Visita ao parque Biológico de Gaia

No dia 3 de abril, pelas 14:00 horas, um grupo de 62 alunos do 5º A, B, C, D e E , inscritos em EMRC, deslocaram-se ao Parque Biológico de Gaia, acompanhados por 6 professores. A expetativa era grande, bem como o entusiasmo. Um enorme Braquiossauro aguardava-nos à entrada. À chegada fomos recebidos por várias guias que forneceram algumas informações sobre o local que passamos a citar: situado na periferia da cidade de Vila Nova de Gaia, freguesias de Avintes e Vilar de Andorinho, o Parque Biológico estende-se pelo vale do rio Febros, um afluente da margem esquerda do Douro, em cuja proximidade se disseminam velhas casas rurais, moinhos e engenhos de buchas. Nos 35 hectares de quintas e floresta do Parque Biológico de Gaia há muito para descobrir. O Parque é, também, uma pequena reserva natural de fauna e flora. Há mais de 40 espécies de aves selvagens que nidificam no Parque.
Integram ainda o Parque um centro de recuperação de animais selvagens, encontrados feridos ou detidos ilegalmente em cativeiro.

O Parque Biológico de Gaia é um conjunto de antigas quintas que foram compradas pela Câmara Municipal de Gaia e que foram aproveitadas para mostrar parte do património natural e cultural do nosso país. Não é uma reserva natural, nem um jardim zoológico, nem um jardim botânico, mas tem um pouco de tudo isso. Após algumas considerações sobre o modo como todos se deviam comportar, tal como não fazer barulho, alimentar ou tocar nos animais, deu-se início à visita com o percurso de descoberta da natureza. Vimos muitas espécies de animais, tais como: lontras, o mocho-galego e o bufo-pequeno (aves que sofreram lesões que as tornaram irrecuperáveis para restituição à Natureza), garça-branca-pequena, garça-boieira e goraz, o cágado-mediterrânico e o cágado-de-carapaça-estriada, tartarugas exóticas, cegonhas, gamos, texugos e toirões. Os gamos, os toirões, as lontras e os esquilos fizeram as delícias de todos. Alguns até voltaram para trás, só para ver as lontras. Visitamos várias exposições ao longo do percurso. O Biorama estava fechado para obras, mas pudemos visitar a Quinta de Santo Tusso, com os campos de cultivo e hortas, bem como uma exposição de espantalhos elaborados pelos alunos das várias escolas de Gaia, o Moinho do Belmiro, recuperado em 1991, que mostra como viviam os antigos moleiros e lavradores. Neste local também pudemos visitar uma mostra de moinhos e alfaias. Também vimos a Quinta do Bogas e a Quinta do Chasco.

Por volta das 17:30 e decorridos quase 4 km de percurso, a fome já começava a surgir e a vontade de chegar ao Parque de merendas era enorme.

O final da visita foi então coroado com o lanche partilhado, brincadeiras no Parque Infantil e um gelado, bem saboreado, no Parque de Merendas, que foi verdadeiramente a cereja no topo do bolo.

Durante a viagem de regresso para Aver-O-Mar, ficamos a sonhar lá voltar, com mais tempo, pois vale bem a pena esta visita.

Luís Fernandes e Margarida Salazar

Carlos Gomes de Sá

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