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I Caminhada Solidária

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Agrupamento de Escolas de Aver-O-Mar

Dia 6 de Abril  de 2019

I Caminhada Solidária

“ Pelo Autismo e Doenças Raras”

Passadiços Aver-O-Mar / Aguçadora

 

09:30h- Escola Básica de Aver-O-Mar– entrega do kit(Tshirt e água)

10:00h– Início da Caminhada— Praia de Quião

11:00h—Praia da Barranha ( Fim da 1ª Etapa– (4.2 km)

2ª Etapa– regresso : Barranha / Quião ( 4.2 km)

 

Inscrições:  Escola Básica de Aver-O-Mar

3 PASSSOS

 

 

OPE – apresentação e discussão de propostas (atualizado)

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Os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico vão poder decidir quais as melhorias a introduzir nos seus estabelecimentos de ensino, de uma forma democrática, no âmbito do Orçamento Participativo das Escolas (OPE).

Através desta medida, pretende-se dar voz aos alunos e resposta às suas necessidades e interesses, assim como promover a sua participação cívica.

As propostas devem identificar claramente uma melhoria pretendida na escola, através da aquisição de bens e/ou serviços que sejam necessários ou convenientes para a beneficiação do espaço escolar e/ou da forma da sua utilização ou ainda destinados a melhorar os processos de ensino aprendizagem e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar.

Para serem votadas, as medidas devem ter em conta o montante atribuído a cada escola e contar com o apoio de, pelo menos, 5% dos estudantes. As propostas devem ser votadas pelos estudantes no dia 22 de março e adotadas em 2019.

O Orçamento Participativo da Escola é organizado com os seguintes prazos:

PRAZOS
Abertura do procedimento para apresentação de propostas final do mês de janeiro
Desenvolvimento e apresentação de propostas final do mês de fevereiro
Divulgação das propostas 12 de março
Debate das propostas 19 de março
Votação das propostas 22 de março
Divulgação dos resultados até ao final de março
Planeamento da execução até ao final de maio
Execução da medida até ao final do respetivo ano civil

 

 OPE dá Voz aos Alunos

PARTICIPA!  Divulga junto da tua Turma

Debate das propostas, no Auditório da escola, no dia 19 de março, às 10h25.

Podes consultar o regulamento do projeto e saber mais em:  https://opescolas.pt/

Em caso de dúvida fala com a coordenadora do projeto, a assistente social, Drª Andreia Teixeira.

Café com pais: vivências pelo mundo ADIDADO PARA 29 DE MARÇO

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ESTA INICIATIVA FOI ADIADA PARA 29 DE MARÇO

Será dinamizada  uma atividade, a desenvolver, na escola-sede deste agrupamento, no próximo dia 22 de março, pelas 18.30h, sobre o tema “Vivências pelo mundo”, isto numa altura em que as escolas recebem, quase semanalmente, vários alunos oriundos de outros países, com destaque, recente, para os originários na América do Sul. Assim, entendemos fazer uma partilha cultural com os alunos e suas famílias, daí esta ação contar também com o apoio do Gabinete de Apoio ao Emigrante da autarquia.

Mês da internet segura- BE/JI de Aldeia

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No passado dia 28 de fevereiro tivemos, na nossa sala, JI de Aldeia, Aguçadoura, uma atividade espetacular!

Por iniciativa da Biblioteca Escola, através da professora Bibliotecária Marta Antunes, com a colaboração da Prof. Mariana Machado, de TIC, e no âmbito do Mês da Internet Segura, fizemos três tarefas que nos fascinaram:

– programação do Robot Mind no tapete;

– programação do Robot Mind para desenho com formas;

– jogo Realidade Virtual.

A atividade foi do agrado de todos, e, no final da atividade, o Francisco resumiu tudo numa frase – exclamou: “Estou tão feliz!”.

Gostamos muito desta atividade! Foi diferente de tudo o que já experimentamos e ficamos a desejar comprar um Robot para a nossa sala!

Com os desenhos que o Robot Mind nos deixou fizemos depois uma colagem com formas, inspirados nos seus desenhos.

JI de Aldeia, educadora Ana Sanches

Dia da Mulher

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“O dia 8 de março é o resultado de uma série de fatos, lutas e reivindicações das mulheres (principalmente nos EUA e Europa) por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos, que tiveram início na segunda metade do século XIX e se estenderam até às primeiras décadas do século XX.

No dia 8 de março de 1857, trabalhadores de uma indústria têxtil de Nova Iorque fizerem greve por melhores condições de trabalho e igualdades de direitos trabalhistas para as mulheres. O movimento foi reprimido com violência pela polícia. Em 8 de março de 1908, trabalhadoras do comércio de agulhas de Nova Iorque, fizeram uma manifestação para lembrar o movimento de 1857 e exigir o voto feminino e fim do trabalho infantil. Este movimento também foi reprimido pela polícia.

No dia 25 de março de 1911, cerca de 145 trabalhadores (maioria mulheres) morreram queimados num incêndio numa fábrica de tecidos em Nova Iorque. As mortes ocorreram em função das precárias condições de segurança no local. Como reação, o fato trágico provocou várias mudanças nas leis trabalhistas e de segurança de trabalho, gerando melhores condições para os trabalhadores norte-americanos.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem ao movimento pelos direitos das mulheres e como forma de obter apoio internacional para luta em favor do direito de voto para as mulheres (sufrágio universal). Mas foi somente no ano de 1975, durante o Ano Internacional da Mulher, que a ONU, (Organização das Nações Unidas) passou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março.

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

 

O Clube de Comunicação e o GAMA sugerem a comemoração da data através do visionamento do filme “As Sufragistas”, ou o documentário da Mallala, com o respetivo debate sobre o papel da Mulher hoje, ou sobre a igualdade de género.”

Seguem-se os links para visionamento dos filmes:

https://ok.ru/video/38283119218

https://www.youtube.com/watch?v=aFz6uROh4Ng

Feliz Dia da Mulher!

O Clube de Comunicação, GAMA e EMRC

Fátima Cunha

Margarida Salazar

EB/JI de Teso vence concurso nacional

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A 3ª edição do projeto “O Ambiente e o Automóvel” foi um sucesso e a EB/JI de Teso, na freguesia da Estela, está de parabéns, pois obteve o primeiro lugar do concurso promovido  pela ANCIA – Associação Nacional de Centros de Inspecção Automóvel.

Participaram 7 escolas e mais de 150 alunos e foram produzidos 37 trabalhos que tiveram as mais variadas apresentações, desde desenhos, livros e até um vídeo. As escolas que responderam positivamente aos desafios são originárias dos mais diferentes pontos do país, desde a Póvoa do Varzim, passando por Santa Maria da Feira, Queluz, Lisboa, Corroios e Moura. Todos os trabalhos demonstraram sensibilidade artística, mas era essencial avaliar, sobretudo, a demonstração de conhecimentos adquiridos e a dedicação investida em cada um deles. O trabalho escolhido para subir ao pódio em primeiro lugar, acabou por condensar todas essas qualidades e outra mais: originalidade. Foi a Escola Básica de Teso, que mereceu essa distinção.

Parabéns a todos os participantes!

Trabalho vencedor

 

Notícia em ancia.pt :

“ANCIA elege escola vencedora de “O Ambiente e o Automóvel”

Um júri da ANCIA escolheu uma vez mais a escola merecedora do primeiro lugar, em relação à 3ª edição do projeto “O Ambiente e o Automóvel”. Participaram 7 escolas e mais de 150 alunos.
Data 04-03-2019

A 3ª edição do projeto “O Ambiente e o Automóvel” foi um sucesso.

Tal como nos anos anteriores, o projeto dedicou-se a incentivar a visita de escolas a centros de inspeção, com o objetivo de perceberem a metodologia e rotinas aplicadas e em que consiste efetivamente o ofício dos inspetores, assim como as preocupações que os condutores devem manifestar em relação ao seu automóvel e à garantia da qualidade das suas características. Os alunos tiveram a oportunidade de ver por dentro o processo de inspeção e colocar todas as perguntas que acharam pertinentes.

Com a escolha do tema “O Ambiente e o Automóvel” pretendeu-se realçar que a importância de uma boa manutenção das qualidades do carro diz não só respeito à segurança, mas também à preservação ou melhoria do meio ambiente, através do controlo das emissões dos diferentes gases poluentes.

Para que houvesse a consolidação desses conhecimentos, foi lançado o desafio no sentido em que os alunos pertencentes aos agrupamentos escolares, que visitaram os centros, produzissem obras em ambiente pedagógico que refletissem essa mesma aprendizagem.

Participaram 7 escolas e mais de 150 alunos e foram produzidos 37 trabalhos que tiveram as mais variadas apresentações, desde desenhos, livros e até um vídeo. As escolas que responderam positivamente aos desafios são originárias dos mais diferentes pontos do país, desde a Póvoa do Varzim, passando por Santa Maria da Feira, Queluz, Lisboa, Corroios e Moura. Todos os trabalhos demonstraram sensibilidade artística, mas era essencial avaliar, sobretudo, a demonstração de conhecimentos adquiridos e a dedicação investida em cada um deles. O trabalho escolhido para subir ao pódio em primeiro lugar, acabou por condensar todas essas qualidades e outra mais: originalidade. Foi a Escola Básica de Teso, com a participação de toda a turma do 4º A, que mereceu essa distinção.

Com o crescendo de investimento na participação neste projeto por parte das escolas e com a colaboração de todas as autoridades no sentido de promover a pedagogia em meio de inspeção automóvel, para o ano não se espera outra coisa que não seja mais uma edição concorrida e, sobretudo, produtiva em matéria de aprendizagem.”

ONDJAKI E AFONSO CRUZ FORAM ENTREVISTADOS POR PEQUENOS JORNALISTAS NA ESCOLA E.B. 2/3 DE AVER-O-MAR

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“Todos os anos alguns escritores vão até às escolas do  concelho, no âmbito de uma das iniciativas paralelas do Correntes d’Escritas, o Correntes d’Aprender. O objetivo desta iniciativa é levar o Correntes d’Escritas aos mais novos, num ambiente que lhes é familiar, a escola.

Ondjaki e Afonso Cruz estiveram, esta tarde, na escola E.B 2/3 de Aver-o-Mar, com algumas turmas e foram surpreendidos logo à chegada por um grupo de alunos do Clube de Comunicação da Escola, que como manda o protocolo, os entrevistou, tirou fotografias e fez alguns vídeos.

Posto isto, no final das entrevistas dos mais pequenos, outro grupo de alunos fez uma encenação, onde dois alunos eram os apresentadores e falaram sobre curiosidades da vida de cada escritor, e outros dois alunos eram os escritores e responderam a algumas questões dos apresentadores. Foi desta forma que a apresentação de cada escritor ficou feita e alegria estampada no rosto de Onjaki e de Afonso Cruz fez-se notar.

Posto isto, Afonso Cruz deu início à conversa dizendo “há pouco perguntaram-me como decidi ser escritor e eu não decidi nada, aconteceu”, o escritor contou que nunca tinha pensado em escrever, gostava de desenhar e fazer ilustrações e durante muitos anos essa era a sua profissão. Trabalhou em animação e, a certa altura, resolveu criar um blogue, a partir dessa ideia reuniu uns textos e enviou para uma editora, depois disso nasceu o Afonso Cruz escritor, que até ali nunca tinha pensado nisso.

Afonso Cruz incentivou os mais jovens a lerem, mas principalmente a seguir os seus sonhos, porque dos sonhos nascem histórias e, muitas vezes, dessas histórias nascem escritores. “Com a vossa idade lia muito e eu comparo sempre isso a uma espécie de um copo de água, nem todos os leitores se tornam escritores, mas às vezes acontece e de facto foi o que sucedeu comigo. Nós vamos enchendo um copo de água e às vezes transborda isso aconteceu comigo em relação à leitura”.

Ondjaki tomou a palavra e contou histórias da sua infância e da sua vida enquanto vivei no Brasil, em Portugal e em Angola. A vida deste escritor, que tem as suas raízes bem angolanas bem marcadas tem uma quantidade infindável de histórias.

Com um lado muito animado, Ondjaki perguntou aos alunos se sabiam o que era uma “galheta”, quase todos lhe souberam responder, mas Ondjaki comentou que “em todos os lugares onde eu vou e faço esta questão, ninguém me sabe responder. “galheta” para vocês significa chapada, mas em Angola, onde eu morava o termo para “galheta” era bofetada”. O escritor utilizou este exemplo, para mostrar aos alunos como a mesma palavra podia ter outras formas de se dizer, ou de se escrever e ainda, como a mesma palavra em dois sítios diferentes podia ter significados tão distintos e o bom de escrever, o bom de ser escritor era exatamente poder brincar com as palavras.

Entre muitas brincadeiras e de forma bastante engraçada Ondjaki continuou a contar histórias que agarraram a atenção do público.

No final houve tempo para perguntas e os alunos presentes fizeram imensas perguntas o que deixou os escritores felizes, porque era sinal de que estavam curiosos.

Também no fim, uma professora ofereceu em nome da escola o livro “A várias mãos” que é um projeto do Município da Póvoa de Varzim, onde várias escolas participam e algumas turmas escrevem uma parte do livro, no final junta-se o que cada escola escreveu.

A conversa terminou com a seguinte conclusão de Afonso Cruz “um livro bom permite que a história chegue aos leitores de várias maneiras”, esta conclusão foi partilhada pelos jovens que partilharam um pouco desta tarde com os escritores.”

Veja a fotogaleria.

Fonte:cm-pvarzim.pt

21.02.2019

Bullying & CyberBullying

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Segurança. Bullying. Informação. Cyberbullying. Crime. Supervisão. Pais. Escola. Redes Sociais. Privacidade. Jogos. Denúncia. Imagens. Ciberespaço. Identidade. Computador. Direitos. Hackers. Respeito. Ambientes Virtuais. Cibersegurança. Rede. Ameaças. Educação. Partilha.

Estas e muitas outras informações foram transmitidas na sessão intitulada “Bullying & CyberBullying”, dirigida a pais e encarregados de educação, e que aconteceu no auditório da escola sede no passado dia 1 de fevereiro.

Perante uma plateia atenta, os agentes Remelhe e Ferreira da PSP – Escola Segura – e o técnico da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, Hélder Jesus, procuraram transmitir informações úteis sobre procedimentos de segurança e apoio no que concerne situações de violação de privacidade e agressão, quer física quer online, práticas seguras de navegação e utilização da Internet, supervisão e acompanhamento parental, utilização e manipulação da informação disponibilizada pelo próprio ou não, entre outros conceitos.

Os pais presentes participaram ainda em debate final, colocando questões e dúvidas sobre a temática, bem como apontando alguns caminhos a seguir; com recurso ao seu Smartphone, e experienciando o aplicativo menti.meter, aceitaram o desafio digital de referir as principais ideias desta sessão que foram sendo projetadas, em simultâneo, no ecrã do auditório.

O diálogo contou ainda com a participação do Sr. Vereador da Educação e Cultura – Dr. Luís Diamantino – que enalteceu a iniciativa, apelou à participação ativa dos pais no controlo e supervisão das práticas [digitais] dos seus filhos, enquanto principais mentores da sua formação; reforçou também o papel da escola e da autarquia na formação de utilizadores e cidadãos nesta era digital.

Esta iniciativa, da responsabilidade da professora de TIC do Agrupamento, Biblioteca Escolar e Clube de Saúde e Proteção Civil, é uma das várias iniciativas programadas pela equipa organizadora para o mês de fevereiro para promoção de práticas de Segurança Digital.

Durante todo o mês, os alunos do pré escolar ao 3º ciclo beneficiarão de atividades informativas, prática de jogos didáticos e de programação e realidade aumentada, com o intuito de despertar a sua curiosidade e criatividade mas também de dotá-los de conhecimentos básicos na ótica do utilizador digital consciente e competente.

O teatro veio novamente à nossa escola!

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No dia 29 de janeiro, todos os alunos de 6ºano puderam assistir ao espetáculo de teatro “T’Ulisses”, encenado pela companhia “AtrapalhArte”. Este trabalho foi baseado na obra “Ulisses”, de Maria Alberta Menéres, que os alunos leram e estudaram nas aulas de Português.

A opinião dos nossos alunos…

“Achei impressionante a forma como representaram tantas personagens apenas com quatro atores!”

“A parte da peça mais interessante foi o momento em que Ulisses se transformou em mendigo e depois se revelou.”

“Gostei muito da peça e gostava de a ver outra vez.”

6ºB

“Nunca mais vou esquecer esta representação fantástica!”

“Para mim, foi a melhor dramatização que eu já vi. Adorava ver tudo outra vez.”

“Achei engraçado quando as sereias imitaram a voz de Penélope e Ulisses acreditou que era mesmo ela.”

6ºC

” Foi uma aventura com muitas emoções, brincadeiras e ” atrapalhadas”.

“Esta peça despertou-me vários sentimentos, pois os atores deram o seu melhor para nos fazerem rir e conseguiram, pelo menos a mim!”

” Apesar de eu ter uma expectativa diferente, a peça foi ótima”.

6ºF

 

“Com tão poucos recursos, fizeram com que eu gostasse ainda mais da obra “Ulisses.”

“Os AtrapalhArte fazem-nos aprender de maneira divertida…Já assisti a duas peças deles e adorei-as!”

“A história de Ulisses é muito interessante, mas os AtrapalhArte, com a sua magia, fazem dela a melhor que eu já vi na vida!”

6ºA

” O título tem muito a ver com a peça porque tinha muitas brincadeiras e tolices. Foi uma bela encenação da AtrapalhArte.”

” A peça foi muito engraçada porque os atores eram divertidos e brincalhões.”

“Os atores foram muito empenhados, pois o cenário era muito pequeno para tanta brincadeira.”

6ºD

“Gostei da forma como os atores transformaram a história.”

“Os atores brincavam uns com os outros e connosco, divertindo-se e divertindo o público.”

“Gostei muito da apresentação e motivou-me a ir ao teatro.”

6ºE

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